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Blog da HashInvest

FED sobe juros e chacoalha mercados ao redor do globo

Postado em 07/10/2022

Nome do Autor luis

O objetivo do texto de hoje é tentar explicar de forma descomplicada o ambiente de investimentos mundial no contexto da alta de juros do FED, o Banco Central americano. Quero tentar ser didático porque algumas vezes o noticiário econômico é demasiadamente complexo, quando na verdade os conceitos são simples.

Finalmente o FED sobe juros de forma mais expressiva (3 altas consecutivas de 0,75%) seguido de uma retórica forte de novas altas a seguir.

Você que acompanha o noticiário de investimentos vê desde a última alta de juros do FED (Banco Central americano) uma grande dor de barriga se desenvolvendo no mercado. O que se lê em toda parte é a tal implosão do “mercado de títulos de renda fixa” nos EUA, UK e Europa.

Mas o que vem a ser essa crise e a tal implosão?

Vamos lá, do começo. Para se financiar, governos emitem títulos de dívida soberanas, os tais papéis do tesouro, que remuneram um percentual pactuado para diversos prazos. Aqui no Brasil se popularizaram com o Tesouro Direto, mas o mundo olha mesmo é para a dívida emitida pelos EUA, considerados “livres de risco”, são do chamados “Bonds”. Toda vez que você ler “Bond” entenda como uma dívida do Tesouro dos EUA.

São investimentos em Renda Fixa considerados conservadores e seguros, mas… O que acontece quando chega a inflação e os BCs são obrigados a subir os juros?

Desde 2008 (última grande crise financeira) os BCs ao redor do planeta jogaram as taxas de juros no chão. Alguns países brincaram de juros negativos (sim, uma brincadeira de péssimo gosto) que puniam o esforço poupador, cobrando dos poupadores para que o dinheiro ficasse parado no banco.

Investidores institucionais (seguradoras, fundos de pensão, e etc) não tem muito para onde correr, são obrigados (por lei), para cumprir com seus mandatos regulatórios a se entupir de títulos de dívidas soberanas consideradas seguras. Via de regra, quanto maior o prazo acordado, melhor é o negócio.

Indo direto ao ponto, imagine que você se entupiu de títulos da dívida americana rendendo 1,5% durante 30 anos… E agora novas dívidas estão rendendo mais de 3% ao ano. Quanto valem aqueles papéis que você comprou rendendo 1,5%?

Pois é, valem muito pouco. Adicione uma inflação oficial de 8,5% ao ano e veja o resultado prático… Você tem um papel que vence daqui a 30 anos, rendendo 1,5% ao ano, numa inflação oficial de 8,5% e para se livrar dessa bomba você tem que entregar esse título com um deságio gigante sobre o valor de face, ou seja, tem que perder dinheiro.

O mercado de juros opera a chamada “curva de juros”, que nada mais  é que a expectativa de quanto serão as taxas do Banco Central para diferentes vencimentos (2, 5, 10 e 30 anos tipicamente), e é aí que a coisa fica mais feia. Como a inflação ao redor do planeta tem se mostrado muito resiliente, a expectativa é que os juros continuem a subir, ou seja, mais porrada no mercado de Bonds.

A cada fala de um banqueiro central, a tal curva de juros reprecifica para cima, ou seja, o mercado acredita que os juros irão subir ainda mais, o que penaliza até mesmo os recentes papeis comprados como sendo bons negócios a 3% ao ano.

Globalmente, o FED espirra, o resto do mundo tem um pneumonia…

Junto com a implosão do valor de título “antigos” surge o grande interesse nos títulos “novos”… Afinal, empreender e me lascar para ganhar 6% ou deixar o dinheiro parado e ganhar 4% sem “fazer nada”?

E assim estamos vendo uma enxurrada de dinheiro saindo de bolsas aos redor do planeta e de mercados emergentes para esses novos Bonds que estão pagando juros, que aos olhos de muitos gestores, justificam tal movimento.

Nesse cenário, vimos aproximadamente 30 TRILHÕES de dólares evaporarem dos mercados desde seu pico em 2021. Colocando em perspectiva, é aproximadamente 30% do PIB mundial.

FED Pivot

Muita gente aposta que a alta de juros vai ser um voo de galinha e que o FED vai ser obrigado a dar marcha ré.

Uma quebradeira generalizada poderá acontecer se os juros subirem demasiadamente, basicamente por dois motivos.

O primeiro é que muitas empresas não conseguiram lucrar o suficiente para pagar suas dívidas. Com juros perto de zero já eram chamadas de empresas Zumbi aquelas que male-mal conseguiam pagar a parcela das dívidas mensais. Agora com juros elevados, elas irão para debaixo da água.

O segundo é que juros elevados puxam o freio de mão das economias. Muita gente não conseguirá mais, por exemplo, financiar a compra de uma casa, pois com os juros elevados o valor da parcela não fica dentro do limite que os bancos acham aceitáveis para o endividamento.

Por outra lado, os EUA estão com pleno emprego, há mais vagas abertas do que pessoas buscando empregos e lembrem-se… Os juros reais ainda são fortemente (e convenientemente) negativos. Com inflação oficial de 8% e juros de 3,75% (e inflação real em mais de dois dígitos) o FED se coloca numa posição bastante confortável.

Ao subir juros ele joga para a torcida como quem está lutando bravamente contra a inflação e na prática dá risada com juros negativos corroendo sua dívida. Na humilde opinião do redator que vos escreve, o tal FED Pivot só acontecerá quando de fato os juros reais se aproximarem de zero, e até lá tem muito chão pela frente.

Na Prática

Na prática o USD globalmente se fortalece. Vimos moedas de nações desenvolvidas (Inglaterra e Japão por exemplo) negociarem como shitcoins de cachorrinho.

A um dia poderosa Libra Esterlina derreteu com a aprovação de um pacote de corte de impostos para “aliviar os efeitos da inflação”. Num raro momento dos últimos anos em que finalmente se pune quem faz besteira, a libra foi penalizada.

O BoE (Banco Central Inglês) subiu o juro numa ponta e o populismo barato da câmara dos lordes tirou arrecadação de outro, o resultado foi o USD massacrando a Libra.

O mundo que de 2008 até 2021 viveu uma corrida para ver quem baixava mais as taxas de juros vai experimentar uma corrida para ver quem sobe mais e mais rápido as taxas de juros…

O engraçado é que esse enfraquecimento das moedas vai trazer ainda mais inflação para o cenário.

Nesse ponto, o Brasil se antecipou e com seus obscenos 13.75% ao ano teve o Real praticamente estabilizado em 2022, a um custo que a partir de 2023 se tornará evidente, mas esse não é o tema de hoje.

1 BTC = 1 BTC

Que a profissão de jornalista já teve dias mais áureos é notório e sabido por todos, mas por vezes somos expostos à cúmulos do ridículo como a matéria de hoje (26/09/2022) do Valor Econômico.

O cidadão não estuda a pauta, não faz a lição de casa e fala asneira. O bordão 1 BTC = 1 BTC se refere ao fato de que ao contrário das moedas estatais, não haverá impressão de dinheiro descontrolada e inflação conveniente decretada por banqueiro central.

Serão 21 milhões de Bitcoin e fim.

Você jamais poderá afirmar que 1 USD = 1 USD ou que 1 Libra Esterlina = 1 Libra Esterlina, porque as impressoras estão na mão dos burocratas virtuosos.

Se hoje temos o caos instalado nas economias, lembrem-se que esse caos tem pai e mãe, ele é filho da cruza de Banqueiros Centrais e suas impressoras de dinheiro com o populismo imediatista da classe política.

Lembre-que que há exatamente um ano atrás era consenso de que a “inflação era transitória” e de que “não há nenhum sinal de recessão no radar”.

Por aqui, seguimos firmes com Hash5 e principalmente com o Bitcoin, afinal, 1 BTC = 1 BTC.

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Por que um ETF de Ether é diferente de um ETF de Bitcoin?

Por que um ETF de Ether é diferente de um ET

A grande notícia até o momento do ano de 2024 no mundo das criptomoedas é a aprovação da comercialização de ETFs de Bitcoin nos Estados Unidos.  

Um ETF (Exchange Traded Fund ou fundos de índices cotados) é um produto financeiro comercializado em bolsa de valores, mas que tem seu preço atrelado a um índice, mercadoria, obrigação ou composição de produtos – no caso, o preço do Bitcoin. Então a partir de janeiro deste ano, os investidores do maior mercado financeiro do mundo passaram a investir em Bitcoins com a mesma facilidade com que investem em ações da Apple, Microsoft, Google etc.  

Outro ponto importante desta liberação é que os ETFs de Bitcoin lançados até agora não são controlados por empresas de fundo de quintal. Estamos falando das maiores gestoras de capital do mundo, como Fidelity e BlackRock, que já acumularam sob gestão quase 200.000 Bitcoins ou aproximadamente USD 11 bilhões. A BlackRock sozinha representa quase USD 5 bilhões deste montante. 

Se esta notícia não te convenceu que criptomoedas não se tratam de picaretagem e brincadeira de nerds, dificilmente alguma outra notícia fará com que você mude de ideia.  

Dado o sucesso inicial dos ETFs de Bitcoin, debate-se agora quais outras criptomoedas poderão receber a luz verde do regulador e terem seus respectivos produtos financeiros lançados nos Estados Unidos. Por enquanto, a bola da vez é o Ether, criptomoeda da rede Ethereum. Inclusive, já existem sete gestoras aguardando aprovação para o lançamento de seus ETFs de Ether. Os primeiros resultados de aprovação/reprovação devem sair até maio deste ano. 

Mas porque o Ether?  

Bom, esta criptomoeda é a segunda mais valiosa em capitalização de mercado praticamente deste o seu lançamento em 2016 – só perdendo para o Bitcoin. Além disso, possui um ecossistema com desenvolvedores muito ativo e processa mais 1,093 milhões de transação por dia. Além disso, o Ether tem algumas características singulares em relação ao Bitcoin, que o posicionam como um produto diferente e não simplesmente uma cópia.  

Por exemplo, a rede Ethereum, em que são processadas as transações com Ether, precisa de muito menos energia do que a rede Bitcoin para funcionar. Isto porque o sistema que valida as transações foi alterado há 3 anos e não se baseia em poder de processamento computacional, como é o caso do Bitcoin. Isto faz com que o Ether seja considerado muito mais sustentável/eco-friendly do que o Bitcoin.  

Outra vantagem do Ether é que ele possui muitos mais casos de uso do que o Bitcoin. O Bitcoin tem sido muito utilizado majoritariamente para transações entre pessoas/instituições. Por sua vez, a rede Ethereum permite que sejam representados ativos do mundo real em um blockchain, através dos chamados tokens, e que sejam criados programas de computador para a compra e venda destes ativos de forma automática, com os chamados smart-contracts. Ou seja, o Ethereum é muito mais flexível e com mais aplicações. 

Por último, a rede Ethereum permite que um proprietário de Ethers depositem seus ativos em uma conta e recebam rendimentos por isso, quase como uma poupança. Este rendimento é variável e no momento que escrevo, é da ordem de 2,6%. 

Assim, juntando a maturidade da tecnologia e o dinâmico ecossistema, existe uma ótima possibilidade dos ETFs de Ether chamarem a atenção dos investidores pelas características únicas desta criptomoeda, obviamente, se aprovados pela entidade reguladora dos Estados Unidos.  

O fim do Real – R$

O fim do Real – R$

Até então, todos os padrões monetários conhecidos tiveram um início, meio e fim. Seria o Brasil uma exceção?

O Brasil adotou um padrão monetário reconhecido nacionalmente com a chegada dos portugueses. Os chamados réis vigoraram no Brasil desde a colonização até 1942, sendo sem dúvidas o padrão monetário de vida mais longa em nossas terras tupiniquins.

Desde então, digo desde 1942, seguimos numa constante alternância de padrão monetário para acomodar as irresponsabilidades sequencias e cumulativas de nossos governantes. Esticam, esticam e esticam até nossas moedas perderem praticamente todo seu valor. Na iminência de arrebentar uma nova moeda nasce ou renasce como se nada tivesse acontecido (menos para a população que empobrece).

Basicamente as irresponsabilidades sequenciais e cumulativas de TODOS os governos se resume em uma origem: A autonomia e liberdade do governo em determinar o valor do dinheiro. Dinheiro estatal não é escasso por definição, pelo menos não esses dinheirinhos da imagem mais acima…

De 1942 a 1967 vigorou o Cruzeiro (Cr$) – 25 anos de sucesso

1.000 réis passara a valer Cr$1,00

De 1967 a 1970 tivemos o Cruzeiro Novo (NCr$) – 3 aninhos

Cr$1.000 passara a valer NCr$1,00

De 1970 a 1986 o Cruzeiro Novo foi rebatizado de Cruzeiro para então mudar ao Cruzado que perdurou até 1989 – só mais 3 aninhos

NCr$1.000, rebatizados como Cr$1.000 passara a valer como Cz$1,00

De 1989 a 1990 o Cruzado virou novo e perdeu mais 3 zeros

Cz$1.000,00 virou NCz$1,00

De 1990 a 1993 o novo cruzado voltou a ser Cruzeiro

NCz$1.000,00 virou Cr$1,00

De 1993 a 1994 o Cruzeiro ganhou importância se tornando Cruzeiro Real, mas nessa perdeu mais 3 Zeros!

Cr$1.000,00 virou CR$1,00

Em 1994 o Cruzeiro Real perdeu o Cruzeiro e muito mais do que 3 Zeros

CR$2.750,00 viraram R$1,00

O Real vem fazendo história, pois acumula no momento em que escrevo esse texto quase 30 anos de história e uma inflação oficial acumulada de aproximadamente 680%.

Um sucesso. Um recorde. Quantos anos faltam para o Real Novo cortar 3 zeros?

Por muitos anos metais e pedras preciosas funcionaram como reserva de valor. Continuam funcionando. Por que? Porque são escassos na natureza. Quanto mais escasso e mais difícil o seu acesso maior o seu valor e melhor é o ativo como reserva de valor. Na história do dinheiro muitos ativos já foram utilizados como dinheiro ou reserva de valor, de conchas, pedras até commodities como sal e especiarias. Esses ativos funcionaram muito bem e mantiveram seu valor através dos tempos até que por um motivo ou outro deixaram de ser escassos e assim perderam seu poder de compra. O contato com outras civilizações ou avanços tecnológicos determinaram o fim da sua escassez. Nesse remoto passado a tecnologia foi a vilã para eliminar o poder de compra desses antigos padrões econômicos. Hoje a tecnologia é a heroína, os tempos mudam.

O Bitcoin é a realização de um feito inatingível e até então apenas idealizado como perfeição para um padrão monetário. O Bitcoin é escasso por definição eliminando por si só o risco de sua extinção (lembra lá da origem da derrocada das notinhas bonitas do início do texto?). Essa é a característica que faz muitos chamarem o Bitcoin de Ouro 2.0 ou Ouro Digital. Isso apesar do Bitcoin ser mais escasso que o ouro, mais divisível que o ouro, mais fácil e seguro de transportar que o ouro e ainda permitir a auto custódia.

Real ou Bitcoin para reserva de valor de longo prazo? 

O custo da sua teimosia

O custo da sua teimosia

A dúvida não vai lhe ajudar, pelo contrário, vai destruir sua capacidade de colher os benefícios do que tentamos lhe vender.

Recorrentemente faço um exercício com simulações, e hoje, trago o investimento mensal iniciado em uma data simbólica, a dia do All Time High do Bitcoin em 2021, em 8 de Novembro de 2021.

Nosso personagem fictício, o Zezão, para o êxtase dos detratores da Faria Lima, resolveu comprar o Bitcoin e Hash5 no pico, na máxima histórica… Para que nenhum “especialista” ou gerente de banco tenha uma desculpa qualquer para desqualificar o argumento.

Teria Zezão se dado mal?

Teria Zezão perdido dinheiro?

Não, nosso herói ganhou 547% (QUINHENTOS E QUARENTA E SETE POR CENTO) a mais com o Bitcoin do que ganhou com o Tesouro SELIC (menos o imposto de renda, o que ampliaria ainda mais essa diferença).

Zezão ganhou mais de 350% (TREZENTODS E CINQUENTA POR CENTO) a mais com o HASH5.

Observe a tabela abaixo, são 27 aportes de R$ 100,00 para nosso exercício:

TOTAL ->   4,116.22   4,891.16   3,100.22   3,110.97
  Hash5 Bitcoin CDI IBOV
08/11/2021         48.10         68.98      129.14      122.86
08/12/2021         60.08         93.47      128.35      119.24
08/01/2022         75.91      108.97      127.37      125.75
08/02/2022         86.69      113.39      126.38      114.73
08/03/2022      102.17      129.65      125.46      115.71
08/04/2022      101.78      129.92      124.24      108.82
08/05/2022      123.43      151.80      123.25      122.47
08/06/2022      167.15      174.65      121.92      118.82
08/07/2022      203.00      228.03      120.68      128.39
08/08/2022      169.87      212.34      119.44      118.78
08/09/2022      188.07      255.40      118.11      117.15
08/10/2022      184.51      256.03      116.86      110.64
08/11/2022      197.95      274.85      115.68      110.69
08/12/2022      208.19      287.33      114.45      119.95
08/01/2023      209.17      286.90      113.30      118.19
08/02/2023      174.04      216.93      111.98      117.11
08/03/2023      191.80      230.49      110.96      120.86
08/04/2023      160.05      182.03      109.78      127.71
08/05/2023      169.52      186.83      108.73      121.43
08/06/2023      177.79      198.68      107.52      111.49
08/07/2023      182.77      174.26      106.44      108.22
08/08/2023      167.62      176.89      108.05      101.29
08/09/2023      192.04      199.34      104.18      111.59
08/10/2023      182.28      178.69      103.19      112.70
08/11/2023      151.95      144.29      102.27      107.97
08/12/2023      125.33      118.10      101.58      101.24
08/01/2024      114.96      112.92      100.91         97.17

Os valores da tabela é o valor em 19/02/2024 (data em que escrevo esse texto) para o aporte efetuado no dia 8 de cada mês, iniciando no All time High.

Algumas observações pertinentes no tema HASH5 vc Bitcoin

P: “Ain, mas o HASH5 foi muito pior que o Bitcoin”.

R: Foi. O Bitcoin se comportou melhor no Bear Market, mas observe a tendência dos números nos últimos 4 meses. O HASH5 tende (não posso te garantir que vá) a desempenhar melhor nos touros. Foi assim nos últimos 3 ciclos, muito possivelmente será nesse também.

              Note também que minha explicação para isso é que a ganância e irracionalidade tendem a empurrar moedas de baixa capitalização de mercado para cima em meio a euforia. HASH5 é uma ferramenta de captura desse movimento de especulação através da diversificação e Bitcoin é a propriedade privada suprema. A perfeita noção disso e das diferenças é fundamental.

Estamos em estágios iniciais de um potencial novo Bull Market e as coisas tendem a ficar surreais a medida que o mercado se aquece. Por surreis eu digo que o Bitcoin sobe muito e via de regra, o mercado de altcoins se torna um hospício.

Passando um pito em você

Conto nos dedos os clientes que adotam a ÚNICA estratégia que defendemos publicamente em nosso conteúdo, que a estratégia do preço médio com diligência e disciplina. Batemos nessa tecla há mais de 6 anos, e nada…

Me faltam dedos para cotar os clientes que choram que só perdem dinheiro, que nunca foram felizes com o Bitcoin e com o Hash5 e que delegam a culpa para a HahInvest. Fizeram preço médio com diligência e disciplina? Não, não fizeram.

Quem se identificar com essa segunda parte aqui, muito provavelmente vai esperar um novo All Time High para voltar a comprar, e deixou muito lucro e uma potencial mudança de vida sobre a mesa.

É simples, mas não fácil

Veja que para ganhar mais de 5 (CINCO VEZES) o que a renda fixa lhe rendeu, mais do que 5 (CINCO VEZES) o que a bolsa de valores lhe rendeu, não tem absolutamente nenhum segredo.

É disciplina e um pouco de estômago. O estômago é para aguentar os poucos meses de prejuízo. A disciplina é saber que isso faz parte e manter os aportes de forma cadenciada.

Comprar um pouco por semana ou por mês. Não ficar olhando preço, trabalhar aportes como um relógio, não é ciência de foguete!

Mas não, você quer acertar a alta e a baixa. Você tem medo de comprar e perder.

Trago más notícias, o resultado não é do dia para a noite e não se materializa em uma semana, o resulta é composto no longo prazo e ele é incrível.

Em janelas de 4 (quatro) anos os resultados são praticamente obscenos, são inacreditáveis… Se até o maluco que aportou um monte uma vez na vida tem seus momentos de alegria, tente imaginar o sujeito disciplinado com constância e aportes de preço médio.

A melhor parte? Está prestes a acontecer de novo!

A pior parte? Você não vai ter a disciplina de fazer o preço médio, de novo! Vai reclamar de novo! Vai comprar uma vez em um dia específico, vai ver o preço cair a vai se por a reclamar.

Não vai ganhar 5 (CINCO VEZES MAIS) que bolsa ou renda fixa em um período de pouco mais de 2 anos aquele que é fraco, medroso e, principalmente, indisciplinado.

E o Zezão? Zezão vai mudar de vida.

E esse outro Zezão aqui que vos escreve, já falei e repito, esse é meu último Bull Market como uma entidade pública que tenta ajudar as pessoas com uma receita muito simples. Chato, claro que é chato… Quem não quer que seja do dia para a noite?

Menos Lobo de Wall Street, mais paciência para sentar a apreciar a grama crescer, ao seu tempo!