Sonhar é livre. Sonhar é democrático. Sonhar não é censurável. Sonhar faz bem. Conquistar seus sonhos faz melhor ainda….

Existem diversos tipos de sonhos. Todo e qualquer sonho pode ser batalhado e muitas vezes conquistado. Nesse artigo vou me ater aos sonhos “compráveis”, pois é por onde creio que tenho mais a contribuir. Uma casa na praia, um carro esportivo, a casa própria, uma super viagem, seios maiores, uma obra de arte, seja o que for… o sonho é pessoal e intransferível.

Semana passada eu participei de um happy hour. Um amigo fez a seguinte afirmação: “Eu tive a oportunidade de fazer um intercâmbio internacional quando jovem. Hoje tenho dois filhos pequenos e meu sonho é poder ofertar a eles a mesma oportunidade que tive. Mas custa caro, e como tenho muitos anos pela frente, vou poupar um pouco cada mês e investir em algo ultraconservador até meus filhos chegarem em idade de intercâmbio”. O sonho dele é livre e legítimo, mas não me contive e fiz as minhas considerações. Estas considerações que agora quero compartilhar com todos vocês.

Não vou entrar no mérito de qual é o sonho, mas apenas em três pontos principais:

Custa caro;
Tenho muitos anos pela frente;
Investir em algo ultraconservador.

Evidentemente, se custa caro, não é algo que se decida de sopetão e exige planejamento e principalmente disciplina. Entretanto os pontos 2 e 3 agem como água e óleo. Não se misturam. Seria muito mais arroz com feijão curto prazo e conservador ou longo prazo e agressivo. Agora, longo prazo e ultraconservador não faz sentido do ponto de vista de investimentos.

Um dos principais conceitos (estatísticos) de risco em finanças é a volatilidade. Volatilidade nada mais é do que a oscilação de preço de um ativo (medida estatística do desvio padrão) em determinado período de tempo passado. Apesar de desempenho passado nada garantir sobre desempenho futuro, não deixa de ser uma referência de comportamento de determinado ativo ou classe de ativo (que nunca deve ser analisada isoladamente). Outra vertente importante é a famosa relação risco x retorno. Quanto maior o risco, maior a possibilidade de retorno esperado.

Por que então risco no longo prazo é bom?

Porque a tendência, no longo prazo, é de o ativo se valorizar drasticamente mais do que um investimento conservador. No longo prazo, apesar da forte oscilação de preços de curto prazo, o ativo tem tempo de se recuperar… e isso acontecerá diversas vezes ao longo do trajeto resultando em um sonho mais próximo de se concretizar. O risco estará a seu favor.

Já no curto prazo, se é um recurso que você conta com ele (seja para suas despesas mensais ou emergências), o ativo não pode estar sujeito a uma forte oscilação de preços e nem possuir restrição de liquidez. Nesse caso o risco joga contra você.

Como todos vivemos com uma boa dose de sonhos e realidade, que sempre prevaleça o bom senso e equilíbrio na hora de construir e acompanhar o seu portfólio. A HashInvest está aqui para ajudar na nobre tarefa de realização de sonhos.

Conquiste seus sonhos e seja feliz.

Obs: Este artigo é uma réplica da Newsletter da HashInvest disponibilizada por e-mail e publicada aqui com alguns dias de defasagem. Quer receber a Newsletter na íntegra? Assine inserindo o seu e-mail abaixo:

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