Absolutamente tudo tem risco. Risco para a saúde, emocional, integridade física, financeiro, etc… sair na rua tem risco, ficar em casa tem risco, praticar atividade física tem risco, ficar no sofá tem risco, saltar de paraquedas tem risco e assim por diante. Ou seja, para cada atividade existe um ou mais riscos em diferentes intensidades e recompensas que se manifestam de forma única para cada indivíduo em cada situação. Nem todas as atividades ou riscos são para todos, mas todos correm algum tipo de risco!

Trazendo o assunto risco para o mundo dos investimentos não é nada diferente. Qualquer investimento possui algum risco (de mercado, de liquidez, operacional, de calote e etc…). Até guardar dinheiro embaixo do colchão tem risco (de perder valor, pegar fogo ou ser roubado por exemplo). Para cada risco, existem recompensas… daí nasce uma das principais “leis” dos investimentos que é a equação risco x retorno.

Quanto maior o risco, maior o potencial retorno… ninguém quer arriscar seu capital se não for para ter um belo retorno. Isso parece óbvio, mas às vezes nossa cabeça nos confunde… para facilitar matematicamente essa análise foi estipulado conceitualmente o investimento livre de risco (“risk free”).

O investimento livre de risco, insisto que apenas conceitualmente, é o investimento em títulos públicos federais. Parte-se do princípio que os Governos não são caloteiros e sempre pagarão a remuneração acordada. A partir daí, por medidas estatísticas medimos o risco relativo de outros ativos financeiros ao risk free. Ativos de maior risco precisam de maior retorno para serem atrativos. Um título de uma empresa privada ou banco tem que pagar mais que um título federal porque tem mais risco. Um CDB de um banco pequeno tem que pagar mais do que de um banco grande para ser atrativo, dado que em teoria o seu risco é maior.

Existe uma grande variedade de alternativas de investimentos, muitas classes de ativos e dentro de cada classe inúmeras opções. Nem todas as classes de ativos são para todos, mas sabendo que todos os investidores correm riscos, é importante equilibrar o portfólio com doses adequadas de risco para cada perfil.

A beleza desse universo, assim como na vida, é possibilidade de diversificar e reequilibrar seu portfólio quando necessário. Sempre dentro daquilo que faz sentido para cada pessoa.

Para mim, a melhor definição de risco em investimento é muito simples: qual a probabilidade de eu perder dinheiro. Afinal de contas, em investimentos os riscos são as formas pelas quais posso perder o dinheiro. A equação risco x retorno continua a valer, e normalmente no longo prazo ela é bem sucedida… por que no longo prazo? Pois quando se trata de probabilidades, sempre tem alguma chance de não se concretizar. Mas em um período mais longo de tempo tem grandes chances de se recuperar e compensar o risco de todo o período. Por isso volatilidade (medida estatística de desvio padrão) é uma das técnicas usadas para medir risco. Também é por este motivo que jovens são rotulados como mais propensos ao risco, pois tem grandes probabilidades de terem um longo prazo pela frente.

Na semana que vem vou escrever sobre o milagre da redução do risco em investimentos se utilizando de ativos de alto risco. Parece milagre, não? Aumentar o retorno potencial diminuindo o risco da carteira.

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